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AGORA É A VEZ DO NEGRO.






Da repressão, itém ilustrativo da escravatura predominante nos países de economia latifúndiária e de manufaturados até o aphartheid neocolonialista do regime político africano, dá-se em 2008 uma guinada como indicador de um novo milênio. Projeta-se uma nova forma de se pensar nas e as relações de igualdade racial e de conscientização social.


Como primeiro negro piloto e campeão da F-1 (principal categoria automobilistíca do planeta), o inglês Lewis Hamilton abre precedentes para que a quantidade de melanina (componente sanguinio) não mas inferiorize a etnia afrodescendente como se fora esta, uma sub-etnia de competência limitada. Enfim, parece ecoar o coro libertário de Abrahm Lincoln, Nélson Mandela, Martin Luther King e muitos outros algozes de uma sociedade que apregoava a "cor da pele" como elemento distintivo de poder.


Do sufrágio universal assegurado somente aos brancos (de descendência anglo-saxônica), hoje elegeu-se o primeiro presidente negro da história dos Estados Unidos da América. Como ápice da visibilidade de ascensão do negro, Barack Obama constituí-se na figura mais representativa das lutas por um país em que os negros são ainda ditos AFRODESCENDESTES AMERICANOS e não AMERICANOS. O sonho de uma "américa" para todos parece finalmente ter começado a se tornar realidade. Pena que tenha se dado início a este projeto num momento tão delicado da macroeconomia mundial.


Espero apenas que daqui a mais quatro anos não tenhámos que ouvir a causticante notícia de que os Estados Unidos ruíu por culpa de um negro. Rezo para que eles (americanos ) não se esqueçam dos sucessivos processos de omissão do poder executivo frente às crescentes ondas de desemprego e de DESassistência social...Espero que os "colorados" não voltem a tratar da guerra como um instrumento de lucratividade economica e de massificação da morte. Agora a luta pelo petróleo funda-se em uma causa da qual desde o início deveria ter sido encarada como uma causa secundária. A hora é de se refazer os príncipios de democracia tão exaltados nos entraves contra os regimes totalitárias que foram derrocados. Pintar o mundo de IGUALDADE, essa é a bandeira da cena mundial 2008.

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