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Poema: "Conversa de Arlequim".

Caso prosas iguais a estas pudessem ser traduzidas,
Em voz, clamariam pelo nada, pelo fosco;
Silêncio - inconcreto e sinuoso das sensações não sentidas.

Lembro do futuro.
Mais ainda...Apego-me a ele com tanta volúpia (mas com tal zelo)
Capaz de consternar em lágrimas a esperança verde escuro.


Ainda que meu canto vibre
Como uma gota de chuva, convertida à lama,
Propagar-se-ia o coro: “tempestade grite...
Sentimento contido na efervescência em chama”.

Embora de tudo não saiba,
Brinco com as cores e com o tempo.
Sei que o passado não basta.
Nem faço das rosas secas a razão de meu lamento.

Poesia publicada também na seção Poesias, subsérie Pensamentos do site http://recantodasletras.uol.com.br/poesias/1454076

5 comentários:

Léo disse...

Não sabia que tinha um amigo poeta...ou melhor...excelente poeta...parabens brother,,,continue assim....sou a partir de agora um dos muitos fãs que vc ja deve ter...falow.

Cris...(tina!) disse...

Oi...estava passeando por aí, e acabei caindo aqui! adorei...
poema fantástico, belos textos!

Rafael disse...

Eita...essa vai pro perfil do meu orkut...serio mermo...da-lhe Thiagão!

Aline disse...

Apesar de um leve pessimismo no fim,sua poesia é maraaaaaaaaaaaaaa e não perde pra ninguem em nivel de qualidade literária...congratulations.

Bruno Galindo disse...

parabéns amigo!