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Poema: Arial 12.

Tolice se por acaso o papel
revelasse o sentimento na tinta?
Supresa se a vida não passasse
de uma resma de folhas sem cor?
Resposta se amar fosse mais
que dígitos de bem-querer?
Viver se as letras em negrito
simulassem a voz embargada?
Pausa para tantas perguntas,
numeradas notas de rodapé.
A palavra é mais que a dor
É musa ao se bronzear do fingir.

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