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Poema: Congruência


Minha boca é a rosa matutina
Teu perfume é o talo da saudade
Dilaceras o aroma de menina
Com a fúria e ardor de mocidade.

Tua ausência me faz sentir assim
Não querendo suplico o teu querer
És a foz nestes vales de jasmim
Sou o rio e riacho em teu prazer.

Sou do conto o ponto incontável
Da censura a palavra impublicável
Faz de conta elegia feita a sono.

Estes verbos desdenham no carbono
O que a gente só vive em celulose
Duplicada postagem escrita insano.

Poema publicado também no site Recanto das Letras, na seção Sonetos (AQUI).

Um comentário:

disse...

Thiago, você arrasa nos poemas!
Bjs!