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Moinho des-perdido




















O mundo dá voltas e nelas a maré se espraia,
a música veleja em saltos e acorda no banho
o acorde do sim, falando amarelo de amor.

O mundo dá voltas em célula móvel, celular,
e se screen não toca a alma, inda há chama,
e atende ao chamado dum sonho a navegar.

O mundo dá voltas e o silêncio a par inspira,
e se o juízo da razão desvanece ou condena,
vem os poetas e puros bichos de corpo livre.

O mundo dá voltas e todas as cores se acham.
Permanece na mudança o beijo de arrebate,
o brilho dos olhos e, juntos, moinhos de sol.


Poema publicado também no Facebook Blog VERDADEmATITUDE e no Site Recanto das Letras, seção Poesias (AQUI).


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